{"id":4166,"date":"2012-02-02T16:43:40","date_gmt":"2012-02-02T18:43:40","guid":{"rendered":"https:\/\/jusprev.org.br\/backup\/?p=4166"},"modified":"2012-02-02T16:43:40","modified_gmt":"2012-02-02T18:43:40","slug":"brasileiro-so-pensa-na-aposentadoria-com-mais-de-35","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jusprev.org.br\/backup\/brasileiro-so-pensa-na-aposentadoria-com-mais-de-35\/","title":{"rendered":"Brasileiro s\u00f3 pensa na aposentadoria com mais de 35"},"content":{"rendered":"<p><em>Estudo mostra que maioria dos trabalhadores se considera &#8220;jovem demais&#8221; para se preocupar com isso<br \/>\n<\/em><\/p>\n<div align=\"justify\">\n<p>Demorar para se planejar dificulta a complementa\u00e7\u00e3o do INSS, devido ao prazo limitado de acumula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Renatta Giraldi, assistente de comunica\u00e7\u00e3o e administra\u00e7\u00e3o em uma ind\u00fastria qu\u00edmica, aderiu ao plano de previd\u00eancia corporativo quando foi contratada, em 2009, aos 24 anos.<\/p>\n<p>&#8220;Meus pais t\u00eam s\u00f3 a aposentadoria do governo, mas sempre pensei em um plano privado para complementar minha renda no futuro&#8221;, diz.<\/p>\n<p>A pouca idade faz de Giraldi uma exce\u00e7\u00e3o \u00e0 regra mapeada pelas estat\u00edsticas: o brasileiro acorda tarde para o planejamento da aposentadoria. Em geral, o despertar n\u00e3o ocorre antes dos 35 anos.<\/p>\n<p>Um estudo feito pela consultoria RGarber e pela ABRH-RJ (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Profissionais de Recursos Humanos) com 300 funcion\u00e1rios de 30 empresas mostra que mais da metade dos entrevistados com at\u00e9 40 anos nunca pensou no futuro fora do mercado de trabalho.<\/p>\n<p>&#8220;As companhias n\u00e3o est\u00e3o preparadas para falar com os funcion\u00e1rios sobre aposentadoria. Com orienta\u00e7\u00e3o, o despertar dos trabalhadores poderia ocorrer mais cedo&#8221;, diz o consultor Rog\u00e9rio Garber.<br \/>\nRENDA INSUFICIENTE<\/p>\n<p>O levantamento mostra ainda que, entre os que responderam nunca ter refletido sobre a aposentadoria, 70,5% disseram ser muito jovens para isso; 19% afirmaram que gostam do que fazem ou se imaginam trabalhando para sempre; e 5,7% dizem que \u00e9 negativo pensar nisso.<\/p>\n<p>Entre os que j\u00e1 pensaram a respeito do tema, 31% disseram ter tomado a atitude por estarem perto da idade de aposentadoria pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social); 28%, por terem colegas se aposentando; e apenas 11% porque passaram por programa de prepara\u00e7\u00e3o na empresa em que trabalham.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, 78,4% dos entrevistados discordaram totalmente da afirma\u00e7\u00e3o de que estar\u00e3o com a vida financeira estabilizada com o dinheiro da aposentadoria do INSS.<\/p>\n<p>E 50,4% concordaram totalmente com a premissa de que estar\u00e3o trabalhando de forma remunerada depois de aposentados pelo INSS. Desses, 88% afirmaram que far\u00e3o isso porque o valor pago pelo governo \u00e9 insuficiente.<\/p>\n<p>Quem faz um plano de previd\u00eancia complementar em uma idade avan\u00e7ada precisa poupar mais por m\u00eas para alcan\u00e7ar um benef\u00edcio suficiente para a aposentadoria.<\/p>\n<p>&#8220;Mas, para a maioria dos jovens, n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil enxergar as vantagens de investir no longo prazo&#8221;, diz Garber.<\/p>\n<p>(Folha de S. Paulo)<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo mostra que maioria dos trabalhadores se considera &#8220;jovem demais&#8221; para se preocupar com isso Demorar para se planejar dificulta a complementa\u00e7\u00e3o do INSS, devido ao prazo limitado de acumula\u00e7\u00e3o&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[31],"tags":[],"class_list":["post-4166","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jusprev.org.br\/backup\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4166","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jusprev.org.br\/backup\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jusprev.org.br\/backup\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jusprev.org.br\/backup\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jusprev.org.br\/backup\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4166"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jusprev.org.br\/backup\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4166\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jusprev.org.br\/backup\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4166"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jusprev.org.br\/backup\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4166"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jusprev.org.br\/backup\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4166"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}